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Fragmentado: criminosos que tinham dupla identidade são presos pela PF em operação contra o tráfico em RO

Criminosos tinham até carros registrados com os nomes falsos. Na casa de um investigado, em Guajará-Mirim, PF apreendeu cinco quilos de cocaína.

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A Polícia Federal (PF) cumpriu, nesta quinta-feira, 03 de Agosto, três mandados de prisão contra criminosos que tinham dupla identidade para atuar no tráfico de drogas em Rondônia. As prisões foram feitas através da operação Fragmentado.

Segundo a polícia, os mandados judiciais, inclusive de busca e apreensão, foram cumpridos em residências de Porto Velho e Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia.

As investigações contra o grupo criminoso iniciaram depois que duas pessoas, usando documentos falsos, foram presos transportando R$ 350 mil no estepe de um veículo.

Segundo a PF, até o carro que os suspeitos viajavam estava registrado sob um dos nomes falsos que eles criaram.

Como os R$ 350 mil achados no carro possivelmente teriam origem do tráfico de drogas, a polícia iniciou uma investigação e descobriu a estrutura da associação criminosa.

“Através de diligências, descobriu-se que os investigados adquiriram outros veículos utilizando-se dos nomes falsos, e que chegaram a abrir uma conta bancária sob o falso nome”, aponta a PF.

Mais droga apreendida na operação

Durante o cumprimento de um mandado judicial na casa de um dos investigados, em Guajará-Mirim, nesta quinta-feira, os agentes da operação Fragmentado encontraram 5 kg de maconha.

A droga estava armazenada em cinco tabletes, todos escritos com a letra K nas embalagens.

Os veículos registrados com os nomes falsos dos criminosos, bem como a conta bancária, foram sequestrados pela PF durante a operação, seguindo a determinação judicial da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Porto Velho

Os dois suspeitos presos vão responder por tráfico de drogas, lavagem de capitais e associação criminosa.

Fragmentado

Segundo a PF, o nome da operação faz referência as duplas identidades que possuíam os investigados, que se utilizavam de documentos falsos para encobrir sua atividade criminosa.

Por: G1/RO

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