IFRO solicita mais 26 pedidos de registros de propriedade intelectual - Folha de Vilhena
<

IFRO solicita mais 26 pedidos de registros de propriedade intelectual

Editoria II abril 12, 2017 0


O Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado de Rondônia (IFRO), por meio do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) assinou, na segunda-feira (10), vinte e seis pedidos de registros de propriedade intelectual de produtos desenvolvidos pelos campi do IFRO. As solicitações agora serão encaminhadas para Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e à Biblioteca Nacional.  Entre os processos de propriedade intelectual assinados, estão processos de direito autoral, pedidos de registros de patentes, programas de computador e de desenho industrial.

Durante as assinaturas, o Reitor Uberlando Tiburtino Leite ressaltou a importância da cultura da inovação em execução no IFRO e as possiblidades a partir dos registros de propriedade intelectual. “Estamos consolidando a cultura de inovação no IFRO. Um dos nossos objetivos enquanto instituto federal é desenvolver a pesquisa aplicada e a transferência de tecnologias geradas a partir destas pesquisas e agora vamos para mais de 50 registros com esses 26 assinados. Esses registros não estão limitados apenas a áreas técnicas e isso mostra o crescimento e fortalecimento da cultura de registrar os produtos desenvolvidos na instituição”, comentou. O Reitor também reforçou que muitos desses produtos poderão ser incubados através da Redinova (Rede de Incubadoras de empresas do Estado de Rondônia), incentivando desta forma o empreendedorismo.

O Pró-Reitor de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação, Gilmar Alves Lima Junior, destacou que um dos objetivos do NIT é desenvolver ou incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias e o registro de propriedade intelectual em todas as nossas unidades. “Pela primeira vez temos pedidos de registros de propriedade intelectual vindo dos campi Porto Velho Zona Norte, Cacoal e da Reitoria”, disse.

Gilmar Alves Lima Junior também assinalou o aumento no número de pedidos de registro de patentes dentro da área da indústria. “Anteriormente tínhamos uma vertente maior para os dispositivos didáticos, processamento de peixes e agora abarcamos uma nova possibilidade junto ao curso de Química do Campus Ji-Paraná, através da pesquisa de cervejas artesanais e vinhos (de frutas tropicais: camu-camu, araçá-boi e cajá-manga). Isso tem um grande apelo para a transferência de tecnologia, incentivando a indústria, o empreendedorismo e a geração de emprego e renda na região”, apontou o pró-reitor destacando ainda que, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão, serão feitas reuniões mensais junto aos setores produtivos público e privado, com a finalidade de desenvolver parcerias que possibilitem a criação de novas tecnologias e as transferências das mesmas.

Para a Diretora de Pesquisa e Inovação, Giselle Cavalcante Saldanha, reconhecer o que seriam produtos inovadores foi primordial para alcançar o número de pedidos de registro de propriedade intelectual que o IFRO possui atualmente. “Nos últimos anos a cultura da inovação tem sido intensificada dentro do instituto. Ocorreu uma mudança de mentalidade na percepção de que inovação não está relacionada somente à informática, por exemplo. Reforçamos com nossos servidores que todas as áreas podem gerar produtos inovadores e o resultado é o número crescente de pedidos de registros”, informou.

De acordo com levantamento realizado pelo Núcleo de Inovação Tecnológica do IFRO junto aos demais Institutos, o IFRO é um dos primeiros em número de registros. No total, 58 pedidos de registros de propriedade intelectual foram encaminhados para o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e Biblioteca Nacional. “É o nosso papel desenvolver tecnologia e também é o nosso objetivo buscar soluções reais para os problemas da sociedade. Estamos mostrando para a comunidade acadêmica a importância de se registrar aquilo que é desenvolvido na pesquisa, se apropriar das inovações e agora nosso desafio é buscar quem precisa dessa tecnologia”, explicou o Coordenador do NIT, Rafael Paes de Barros.

Assessoria

Comente

comentários


Deixe uma resposta »