Escola de Governo promove nesta terça-feira seminário sobre autismo em Vilhena - Folha de Vilhena
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Escola de Governo promove nesta terça-feira seminário sobre autismo em Vilhena

Abel Labajos maio 15, 2017 0


Foto: Daiane Mendonça

A Escola de Governo de Rondônia promoverá seminário sobre autismo no município de Vilhena, na nesta terça-feira (16), no auditório do Sistema Financeiro Cooperativo (Sicoob).  As inscrições para participar podem ser feitas no portal da Escola de Governo.

Segundo a diretora executiva da Escola de Governo de Rondônia, Michele Martines, já se inscreveram 263 pessoas.  Ao todo, são oferecidas 330 vagas, correspondendo à capacidade do auditório.

O seminário terá como palestrante a psicóloga Maria Elisa Granchi Fonseca, mestre em educação especial pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e coordenadora científica dos programas de autismo e políticas de inclusão do Instituto de Formação Continuada (Infoco), parceiro da Escola de Governo na realização de cursos online e pós-graduação.

Maria Elisa é uma das maiores especialistas em Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) do país, uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação e comportamentos repetitivos.

Maria Elisa clinica e atua na difusão do método Teacch, desenvolvido na Universidade da Carolina do Sul (EUA), que no Brasil pode ser traduzido por Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits. Sua experiência clínica soma 25 anos de atuação, inclusive com o movimento apeano (Apaes [Associação de Pais e Amigos e Excepcionais]), fundado por seus pais na década de 60.

A palestrante já esteve em Porto Velho, em julho de 2016, quando falou sobre o assunto para profissionais da educação e saúde do governo estadual e entidades da sociedade civil que atuam com crianças autistas.

Segundo Maria Elisa, existem no Brasil aproximadamente dois milhões de autistas, mas acredita-se que o número é três vezes maior por causa da ausência de diagnóstico.


Texto: Mara Paraguassu
Fotos: Daiane Mendonça

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